sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Começando pelo principal...

Bem vindos ao nosso cantinho educacional!

Nossa tarefa aqui é a de relatarmos alguns aspectos bem interessantes a respeito de "transdiciplinaridade". E aqui o "nós" é relativo às futuras pedagogas Andréa Maria Silva, Monica Palhares e Roselaine Goulart.

Nesse espaço, você vai encontrar conteúdo diversificado - videos, textos e nossa enquete abordando o tema.

Bem, antes de tomarmos fôlego para avançarmos em nosso tema, vamos deixar claro o que seria o uso da informática na educação e o que isso teria a ver com toda essa celeuma.

A informática na educação é uma ferramenta que produz grandes resultados quando faz parceria com outros aspectos educacionais. Entretanto, quando seu uso se resume apenas à inauguração de "salas de informática" para justificar uma suposta "inclusão digital" - sem dialogar com as demais disciplinas -, esbarrará no tema de ausência da transdiciplinaridade.

12 comentários:

  1. "a transdisciplinaridade, hoje, sugere a superação da mentalidade fragmentária incentivando conexões e criando uma visão contextualizada do conhecimento, da vida e do mundo”
    Assim como citado pelo grupo, eu concordo a transdisciplinaridade deve acabar com essa fragmentação e concordo que a fragmentação entre informática e educação também deve se encerrar, devem haver conexões entre as disciplinas e a informática, utilizando o mundo digital como uma ferramenta de ensino aprendizagem.

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  2. Olá, Danielle! Muito bom saber que a prática de contextualização do conhecimento está inserida em sua visão de mundo. Conforme você abordou, a conexão entre as disciplinas "informática" e "educação" precisa ser compreendida pelos demais educadores avessos às tecnologias de comunicação. Uma não exclui a outra.

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  3. A transdisciplinariedade pode e deve fazer parte da sala de aula. O mundo é complexo demais para ser decodificado isoladamente. E a informática pode se tornar um grande aliado neste processo.

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  4. Olá, Juliana! Isso mesmo: o multiculturalismo é uma realidade nova para alguns educadores assim como a transdiciplinaridade. Essas duas vertentes são provas de que o mundo sempre foi complexo, mas, a visão cartesiana o divide e o segrega. A sala de aula não comporta uma visão dualista (educação x informática).

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  5. A transdisciplinaridade pode ser um princípio do qual decorrem várias consequências práticas, tanto nas metodologias de ensino quanto na proposta curricular e pedagógica. O essencial na transdisciplinaridade esta no fato de reconhecimento de que não há espaço nem tempo culturais privilegiados que permitam julgar e hierarquizar como mais corretos, agir com uma postura mais aberta, de respeito mútuo e mesmo de humildade em relação a mitos, religiões, sistemas de explicação e de conhecimentos, rejeitando qualquer tipo de arrogância ou prepotência.

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  6. "A informática na educação é uma ferramenta que produz grandes resultados quando faz parceria com outros aspectos educacionais. Entretanto, quando seu uso se resume apenas à inauguração de "salas de informática" para justificar uma suposta "inclusão digital" - sem dialogar com as demais disciplinas -, esbarrará no tema de ausência da transdiciplinaridade."

    Me identifiquei muito com essa frase, já que sou estagiária do laboratório de informática de uma escola municipal do Rio de Janeiro. O que acontece no laboratório é justamente isso, é apenas mais uma "sala de informática" que visa uma inclusão digital.

    Parabéns ao grupo!

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  7. Olá, Angélica! É justamente a postura de dinamização que conta para a transdiscisplinaridade. Os alunos precisam de uma grande "ciranda" entre os conhecimentos para entenderem que a “parte” faz parte do “todo”.

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  8. Olá, Ananda! Agradecemos o apoio elogioso - sendo certo que os resultados aqui expostos são um reflexo da participação de todos. Saiba que sua identificação com a proposta de buscarmos "grandes resultados" nesse enlace entre os conhecimentos nos dá uma imensa certeza de que as sementes da transdisciplinaridade estão germinando em muitas mentes que farão a diferença - deixando para trás a era dos "inauguradores".

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  9. A transdisciplinaridade é percorrer por todos os conteúdos para se chegar ao conhecimento, o professor deve fazer com que os alunos relacionem os conteúdos de todas as disciplinas no processo de ensino aprendizagem.

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  10. "A informática na educação é uma ferramenta que produz grandes resultados quando faz parceria com outros aspectos educacionais. Entretanto, quando seu uso se resume apenas à inauguração de "salas de informática" para justificar uma suposta "inclusão digital" - sem dialogar com as demais disciplinas -, esbarrará no tema de ausência da transdiciplinaridade."

    Me identifiquei com este fragmento, pois trabalho como professora de informática para a educação infantil, e é exatamente o que acontece... Não há uma transdisciplinaridade, há apenas uma sala de informática, onde as crianças e as professoras encaram como aula extra, mais para a diversão do que para a educação.

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  11. Olá, Fernanda! O papel do professor é esse mesmo que você descreveu: relacionar os conteúdos, isto é, ser uma ponte para interligar os conteúdos para que “façam sentido”. Ora, uma ligação química ocupa espaço e possue certo número de moléculas...parece óbvio, mas não é! Os discentes, com essa dica, verão que há interligação entre os conhecimentos químicos, físicos, matemáticos, etc.. Esse mesmo raciocínio vale para qualquer assunto. Isso é transdisciplinaridade.

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  12. Olá, Julia! Puxa, tendo em vista que é o segundo depoimento consecutivo que ratifica a ausência de uma política realmente inclusiva de informática transdisplinar, percebemos que caberá aos professores que reconhecem a importância dos vínculos entre os conhecimentos levar essa “boa nova” para as salas de aula e para os demais atores sociais. Por que “educação” não pode ser também uma “diversão”? A irrelevância - no sentido educacional - das “salas de informática” que são inauguradas apenas para diversão demonstra que há muito chão para semearmos a transdisciplinaridade.

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